Archive for agosto \27\UTC 2010

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agosto 27, 2010

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Distante
Diz tanto,
Esse jeito
Inconstante
De amar.

Diz tanto
Que até te escuto
Pensar.

Distante tuas mãos,
Embora me abrace
O olhar.

Diz tanto
Distante
Que já nem preciso ligar:
Basta que o pensamento,
Pouse em teu nome,
Feito um sopro sozinho,
Que já te escuto chamar.

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rayanne

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agosto 27, 2010

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Há quem goste da solidão dos fones de ouvido. Outros que entoam qualquer melodia abraçados em volta de uma fogueira. O eco mora em espaços vazios. Mas alguém precisa falar, pra estar. Nem que seja o silêncio. Ou o toque do telefone. A verdade se vestiu de partitura. E a mentira sempre se escancara num primeiro acorde. Sensual. Desfilando em cada curva de uma clave de sol. No final da rua, o horizonte de um sorriso. Lágrimas jorrando dos edifícios. Intempéries. Os dias não são nada iguais pra quem sabe ouvir. A grandiosidade de uma canção nos torna muito pequenos pra ter controle ao que se sente. Versos de sombras enormes. Falo gigante à estuprar os tímpanos.
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moska de bar
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agosto 27, 2010

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agosto 26, 2010

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preciso de chuva, de um temporal!

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agosto 26, 2010

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agosto 26, 2010

 

Te amo, te vejo

Se você acabar
dia desses
sendo tristeza
vou e me faço
cerveja e ponho
da mesa o sorriso
na boca
pra te alegrar

Se você, não sei,
se achar com medo,
te cubro, te beijo,
escudo e porto
me deito, não deixo
seu corpo esfriar.

Se você, vai saber,
perder o juízo,
eu juro, ironizo
o mundo, o certo
e fico por perto
enquanto viver.

E se você acabar
por ser você mesma
de força e fraqueza
prometo
não tiro, não mexo,
e de jeito maneira
aceito
mudar de lugar.

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joão campos nunes

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agosto 25, 2010

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não deixe a lua desacompanhada!

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