Archive for dezembro \31\UTC 2010

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dezembro 31, 2010

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dezembro 29, 2010

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Em 2011

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Eu escolho viver, viver dores e decepções, tristezas e crueldades, injustiças e traições, amores e amizades, alegrias grandes e felicidades instantâneas, prazeres imensos e pequenas delicadezas, fracassos retumbantes e superações memoráveis, força insuspeita e resignações necessárias, erros crassos e vitórias incontestáveis. Eu escolho viver tudo, viver os arranha-céus e os meio-fios, as poças na calçada, a lua no céu, a areia nos pés, o caminho em cada passo, as lágrimas todas pelos melhores e piores motivos, as comemorações, as vidas que terminam e as que começam, a doença, a cura, as partidas e as chegadas, tudo o que não vai mais voltar e o que não cansamos de repetir, as noites de sono e de insônia, o escuro do mundo, o silêncio perfeito, o grito, o vento, a imperfeição. Eu escolho viver com todos os aplicativos, todos os itens de fábrica, viver all inclusive, viver o todo, os detalhes, as nuances, as ordinariedades, viver toda e cada coisa. Eu escolho viver, escolho a brutalidade da vida, escolho aceitá-la e aprender com ela, ou me declarar incapaz de entendê-la, mas eu escolho viver mesmo assim. Eu escolho viver e mudar de idéia, eu escolho ser eu mesma e orgulhar-me da vida que vivo, eu escolho viver hoje, que é só o que temos.

Que 2011 seja feito de muitos hojes e que possamos escolher vivê-los todos os dias, um de cada vez, conscientes dos nossos desejos e das nossas escolhas e que não cogitemos nenhuma outra alternativa que não seja ser feliz.
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ticcia

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dezembro 16, 2010

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                  “eu tô me despedindo. . . prá poder voltar”      😉

 

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dezembro 6, 2010

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.adeus.

leave, R.E.M.

uma lágrima mancha a tinta azul que marca o papel. uma única e silenciosa lágrima, quase secreta, que escorre devagar, entre os poros e desaba em queda livre.

saudades do que quase não aconteceu. uma a uma, letrinhas enfileiradas desenham uma história do acaso. mais uma das tantas que o destino insiste em me presentear. uma boa história, contada em segredo,e guardada num baú de relíquias, junto das memórias de uma vida que não tive.

um cigarro a mais queimando no cinzeiro, enquanto no copo suado, o doce veneno me espera, para verter amargura em poesia. nem sempre funciona.

lá fora, a noite alta corre para os braços da alvorada. é a vida caminhando à passos largos. da janela vejo os pingos da chuva, escorrendo na vidraça. o céu chora minha saudade dessa vida que não vivi.

sinto que devo seguir. sem olhar para trás. esquecer. calar de vez essa voz, que não é minha, que dita as regras ao meu coração emburrecido pelo culto aos romances de bancas de jornais.

quero partir. [quem partiu meu coração] e entristeço quando reconheço; fui eu mesma quem deixou.

quero partir para longe de mim, num trem com grandes janelas, que me permitam ver a paisagem deixada para trás. a paisagem & seus olhos, num adeus silencioso, como a nossa história, que em segredo, nunca aconteceu.

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ju mancin

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dezembro 3, 2010

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ela sussurrou um monte de palavras e algumas frases concretas em secreta emoção. desse dia sete cabalísticos anos se passaram e cada letra pulsa trovejante nos meus ouvidos como se o tempo fosse mera vírgula. mero suspiro. retomada de fôlego… o tempo é mesmo assim como ela dizia. não existe além das coisas. não arbitra o destino. não mede distância e permanência (não seria lícito dizer que era pra sempre. eu sabia desde a primeira palavra).
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sidnei olivio
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dezembro 3, 2010

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dezembro 3, 2010
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para flutuar
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respire fundo.

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ilana reznik