Archive for maio \31\UTC 2011

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maio 31, 2011

 

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mil coisas acontecendo, infelizmente.

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maio 27, 2011

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Meu amor eu não esqueço
Não se esqueça por favor
Que eu voltarei depressa
Tão logo a noite acabe
Tão logo esse tempo passe
Para beijar você. .  
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  paulinho da viola
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Teresa Cristina e Marisa Monte

maio 12, 2011

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maio 10, 2011

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♫ me sopre novamente as canções, com que você me engana ?  ♪

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maio 10, 2011

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estranhezas

Estranhezas desde que acordei.
Cama desarrumada
suada
eu sem
ligar a TV.
Calor
falta de
apetite
pensamentos
sensações
dúvidas
dívidas
caminhos
descaminhos
perturbações.
Garganta
sem nós
mas com dor.
Sorrisos, alguns
mas sem
ardor.
Pavor
fuga
perguntas
falta de ares
e
inspirações.
Pirações
respirações
angústia
fato
ato
apertos
internos
repetidos
repentinos
quase desapercebidos
a olho
nu.
Suores
arrepios
sentidos
quase com sentido
rua sem
direção
destino sem gasolina.
Meu mundo vagou a pé.

Acho que vou acabar fugindo de mim.

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claudia schroeder

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Erasmo Carlos

maio 7, 2011

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maio 6, 2011

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A ti, por seres único.

… Naquele tempo eu não soube o que fazer com as coisas todas que me iam por dentro e me ias por dentro assim como um riacho na serenidade de uma manhã e eu era plena de ti e não me dava conta! Depois não pude lidar com a ausência que me fazia trêmula. Cem anos em cada mão e tua têmpora em pêndulo a balançar entre meus dedos! Cortei-te a cabeça para não te pensar e o corte só me sangrou! Ficaste ileso num tempo que não me foi permitido e só eu parti despedaçada de nós dois. A metade decomposta era minha e eu não me sabia nela. Quanto tempo fez? Quanto tempo faz? Quantas luas atrás da porta e eu a vigiar teu rosto para que não sumisses na névoa do depois? E da tua face de agora estão a pender estas estrelas [as mesmas que ousávamos contar por não nos ater a supertições] e delas escorrem séculos e mel e todas as razões que encontramos para o sacrifício. O mesmo grave ar tardio paira sobre  nossas conjunturas. Deves estar perguntando, por que isso agora? Fagulhas de um sonho a encontrar eco na insanidade da vida? Não te iludas, vim só molhar este silêncio. Ainda sou aquele  mesmo poço de lucidez que te afugentou!

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lázara papandrea