Archive for agosto \30\UTC 2011

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agosto 30, 2011

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agosto 27, 2011

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Blade Runner Waltz

Em mil novecentos e oitenta e sempre,
ah, que  tempos aqueles,
dançamos ao luar, ao som da valsa
A Perfeição do Amor  Através da Dor e da Renúncia,
nome, confesso, um pouco longo,
mas os tempos, aquele tempo,
ah, não  se faz mais tempo
como antigamente
Aquilo sim é que eram horas,
dias  enormes, semanas anos, minutos milênios,
e toda aquela fortuna em tempo
a  gente gastava em bobagens,
amar, sonhar, dançar ao som da valsa,
aquelas  falsas valsas de tão imenso nome lento
que a gente dançava em algum  setembro
daqueles mil novecentos e oitenta e sempre.

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paulo leminski
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agosto 27, 2011

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agosto 27, 2011
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♫ Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos . . ♪♫
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agosto 27, 2011

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Belezas são coisas acesas por dentro

Desejo o que tu deseja e isso pouco, quase nada quer dizer. Trocamos nossos destinos de maneira a tudo parecer escolha. Não foi. Não é. Uma hora a gente descobre se isso é bom ou ruim. Por enquanto, temos as gargalhadas, as lágrimas, o rio encontrado debaixo do outro rio, as ligações internacionais e o tão aguardado fim de agosto. Que tá na hora da gente voltar a acreditar que existe flor.

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cristiane lisbôa

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agosto 26, 2011

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coração dormente

debaixo da tênue linha que divide o amor do ódio, existe um país neutro onde moram os corações dormentes. é um lugar onde não há ressentimentos, nem andamos em montanhas russas. o coração cumpre sua responsabilidade física, mas se ausenta no sentir.

como todos os músculos, ele também fadiga quando usamos demais. cansado de dissabores, renasce num coração dormente. nesse estado o coração não dói. é um navio à deriva. amigo da calmaria, irmão do tempo.

mas dizem que é um desperdício de forças e de coração tentar obrigá-lo a adormecer. dizer que o tempo o amolecerá. o coração é um músculo involuntário, ele bate mesmo sem você querer.

mas faço mil versinhos, para despertar de supetão seu coração dormente.

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tiago yonamine

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agosto 25, 2011

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Eu tenho falhas / eu tenho feitos / eu tenho falas / (não tenho jeito).

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claudia schroeder